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API de insolvência empresarial: o que é e como integrar dados de RJ e falência ao seu sistema

Em 30 segundos

Uma API de insolvência empresarial entrega, de forma programática, os dados de recuperação judicial, falência, recuperação extrajudicial e tutela cautelar por CNPJ — novos pedidos, eventos do processo e listas de credores — identificados em informações públicas dos tribunais. Em vez de uma pessoa ler e-mail ou painel e redigitar em outro sistema, o seu software consulta a API (somente leitura) na frequência que você definir — e é essa consulta que alimenta a esteira de crédito, o cálculo de provisão ou o bloqueio de faturamento.

Números ao vivo — não afirmação de marketing. Saem da base publicada e são verificáveis nos painéis públicos:

1.469pedidos de insolvência capturados
2.572.790credores estruturados
3.239casos com lista de credores extraída
26das 27 UFs com captura ativa — declarado por unidade da federação

Os mesmos dados abastecem a vitrine pública (com 7 dias de defasagem); para clientes, a maioria dos alertas sai em até 1 dia útil da captura do processo nas publicações oficiais; 9 em cada 10, em até 4 dias úteis.

O que uma API de insolvência entrega

Uma API de insolvência empresarial existe para plugar o sinal de insolvência direto no seu software, sem trabalho manual. Em vez de uma pessoa lendo alertas e digitando em outro sistema, o dado chega estruturado, versionado e com carimbo de origem, pronto para uma regra automática decidir o que fazer. Os objetos típicos que ela expõe são:

  • Pedidos por CNPJ — novos pedidos de RJ, falência, recuperação extrajudicial e tutela cautelar, com tribunal, número, tipo e data.
  • Eventos do processo — deferimento, edital, assembleia, homologação do plano, sentença (ver eventos de RJ).
  • Credores — a relação estruturada por classe e valor de um caso (ver lista de credores).

A entrega é por pull: o seu sistema consulta a API quando quiser, e o desenho usual é uma consulta agendada — um polling no horário em que a sua esteira roda, filtrado por tipo, UF, período ou pelos CNPJs que você acompanha. Não há push: a PreservaCred não abre conexão para dentro do seu ambiente, e quem inicia a chamada é sempre o seu lado. Isso tem um efeito prático bom para a sua segurança — nenhum endpoint seu precisa ficar exposto para receber os nossos dados.

Onde a API se encaixa no seu sistema

Com a API, quem lê o dado é o seu sistema: ele consulta na frequência que você define e aplica a regra que é sua. Os encaixes mais comuns:

  • Motor de crédito. Quando a consulta encontra um pedido de RJ de um tomador, a sua regra pode abrir a reavaliação de risco, a revisão de limite e o recálculo de provisão — sem esperar a inadimplência aparecer.
  • ERP e faturamento. Com o evento de insolvência de um cliente em mãos, a sua regra pode suspender novo faturamento a prazo e criar uma tarefa de cobrança.
  • CRM e originação. Fundos e assessorias levam a consulta de novos casos ao pipeline de originação.
  • Data warehouse. A carga periódica alimenta modelos internos de risco com o histórico capturado.

Como o registro está na API assim que entra na base, a consulta agendada do início do dia útil encontra o caso novo — o mesmo evento que uma pessoa veria no monitoramento de carteira, só que consumido por máquina em vez de por leitura.

  • Pull (REST, somente leitura) com consulta agendada
  • Encaixe em crédito, ERP, CRM e data warehouse
  • Cada registro versionado e com carimbo de origem

Como a API da PreservaCred funciona

A API REST autentica por token, responde em JSON e serve informações públicas dos tribunais e da Receita Federal, com tipo, data e contexto disponíveis conforme o acesso contratado. Cada objeto carrega a origem e a data do dado, e a base é a mesma dos painéis públicos de /dados (que saem com defasagem de vitrine; a API entrega sem essa defasagem).

O consumo casa com os produtos: você monitora CNPJs (Alertas), acompanha processos (Acompanhamento) e puxa relatórios de credores — e a API é o canal técnico de todos eles. As unidades, os períodos e os limites estão explicados em /dados/metodologia, para sua equipe interpretar os dados antes de integrar.

Boas práticas para integrar a API

Integrar bem uma API de insolvência é menos sobre código e mais sobre desenhar a reação certa a cada evento. Algumas recomendações práticas:

  • Separe a consulta de reação da consulta de reconciliação. Uma consulta curta no início do dia útil, filtrada pela sua carteira, resolve a ação imediata (revisar limite, bloquear faturamento); uma varredura mais larga e menos frequente reconcilia a base inteira e captura publicações tardias.
  • Trate o vínculo por razão social com cautela. Quando o objeto vier sem CNPJ nos autos e com grau de confiança menor, encaminhe para conferência humana antes de uma ação irreversível.
  • Guarde a origem e a data de cada registro. Elas são a sua trilha de auditoria quando uma decisão de crédito for questionada.
  • Idempotência. Reprocessamentos e correções podem devolver o mesmo evento numa consulta seguinte; guarde o identificador estável do registro para não duplicar ações.

O mesmo evento consumido por máquina aqui é o que uma pessoa veria no monitoramento de carteira — a API só troca o leitor humano por uma regra de negócio.

Limites honestos da API

Uma API é tão boa quanto o dado que serve — e o dado tem as mesmas ressalvas dos alertas:

  • Latência de fonte. A entrega é em até 1 dia útil da captura; 9 em cada 10, em até 4 dias úteis, não à distribuição; publicações tardias entram no ciclo seguinte.
  • Cobertura não integral. A captura nas publicações oficiais dos tribunais com captura ativa cobre os pedidos distribuídos desde jan/2026; segredo de justiça e omissões da fonte existem e são declarados.
  • Vínculo por razão social. Sem CNPJ nos autos, o match é por nome e pode exigir conferência; o objeto traz o grau de confiança e os identificadores para o seu sistema decidir.
  • Não é decisor. A API entrega fato estruturado, não recomendação de crédito ou investimento — a regra de negócio é sua.

Perguntas frequentes

O que a API de insolvência retorna?

Pedidos de insolvência por CNPJ (RJ, falência, recuperação extrajudicial, tutela cautelar), eventos do processo e a relação estruturada de credores, cada objeto com tribunal, número, tipo, data e carimbo de origem. A entrega é por consulta REST (pull), somente leitura — quem chama é o seu sistema, na frequência que ele definir.

Como autentico e integro a API?

A API REST autentica por token e responde em JSON. Você consulta sob demanda ou agenda a consulta na frequência que preferir — todas as rotas são de leitura. Detalhes técnicos e ativação em /servicos/api; a metodologia dos dados está em /dados/metodologia.

A API serve para alimentar meu motor de crédito?

Sim — é o caso de uso principal. A consulta agendada do início do dia útil devolve o pedido de RJ de um tomador, e daí o seu motor abre a reavaliação de rating, a revisão de limite e o recálculo de provisão antes de a inadimplência aparecer. O mesmo vale para bloquear faturamento a prazo num ERP.

Qual a diferença entre a API e os alertas por e-mail?

O conteúdo é o mesmo; muda o consumidor. O e-mail e o painel são para pessoas lerem; a API é para o seu sistema buscar o mesmo registro e agir sem digitação. Muitos clientes usam os dois: e-mail para o time, API para a automação.

Os dados da API são os mesmos da vitrine pública?

São a mesma base de captura. A diferença é o tempo: a vitrine em /dados sai com defasagem, enquanto a API entrega em até 1 dia útil da captura; 9 em cada 10, em até 4 dias úteis. Ambas carregam carimbo de origem e data em cada registro.

Integre insolvência ao seu sistema via API

Consulte por REST na frequência em que a sua esteira roda e leve cada novo pedido de RJ e falência ao seu motor de crédito, ERP ou CRM sem digitação.

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Dados de fontes públicas oficiais; não é assessoria jurídica ou de crédito. Metodologia · Planos